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Por: Rayana
| 27.10.08 |
Eu sempre costumo ler notícias em sites, comunidades e o que mais houver sobre heavy metal. O problema é que, algumas vezes, eu me deixo levar pela opinião geral e não procuro conhecer mais sobre alguma banda específica (às vezes é preguiça de fuçar mesmo). Foi numa dessas minhas leituras por aí que eu vi uma notícia de que a banda alemã Van Canto estava gravando um clipe para o cover que eles fizeram da música Wishmaster, do finado Nightwish.
Hmm, pensei.
Eu adoro essa música do Nightwish, mas sempre que eu lia uma opinião sobre o Van Canto, esta não era nada positiva, as pessoas diziam que era ruim, sem peso, sem graça, entre outros adjetivos. Mas aí minha curiosidade foi atiçada e resolvi ouvir o cover. Primeiro, gostei muito do vocal da moça, que deixa no chinelo a nova “vocalista” do NW. Só que, durante a música, dava para ouvir alguns sons estranhos, como se alguém estivesse fazendo uma espécie de backing vocal… Quando a música acabou, e obteve minha aprovação, resolvi espiar na Wikipedia sobre eles. E então, veio minha supresa: eles não possuem instrumentos, a não ser a bateria. São, no total, 5 vocalistas fazendo os sons dos instrumentos e tudo mais que tem direito. Seria possível? Sim! Assisti todos os vídeos que pude pelo YouTube e é a mais pura verdade. O pior (ou melhor) é que as músicas ficaram muito boas! São músicos muito talentosos e de uma originalidade incrível. Parabéns ao Van Canto.
Confira o clipe de Wishmaster!
Por: Balard
| 24.10.08 |
Tudo começou em 2003, com a linha de miniaturas de plásticos colecionáveis e pré-pintadas da Wizards. Cada miniatura vinha com uma carta com as estatísticas da mesma, além de ter uns dados para a miniatura ser usada no RPG. O jogo era interessante, com regras meio enroladas, mas era legal. Cheguei a aprender a jogar.
As regras passaram por uma revisão em 2006, com o lançamento da coleção War Drums, e depois por uma reconstrução total com o lançamento da 4ª Edição de D&D. Afinal, as regras do “skirmish” (nome dado ao jogo estratégico das miniaturas) eram mais ou menos uma versão simplificada do combate normal de D&D. Com a mudança de edição, o DDM tinha que mudar também.
Segundo as informações dos próprios desenvolvedores da Wizards, o produto já vinha em franca decadência desde 2006. As mudanças nas regras foram uma tentativa de facilitar a entrada de novos jogadores. Mas não adiantou muito e a crescente crise só fazia aumentar os custos de criação, modelagem e pintura das miniaturas.
Agora some isso ao fato de que a maioria dos jogadores de RPG até achava as miniaturas bonitinhas, mas não se interessavam no wargame, nem apreciavam o fato de elas virem num booster selado e randomizado. Se você quer uma mini para seu personagem, comprar boosters de 60 pratas cada com 8 minis é complicado. Se você for mestre, é tão ruim quanto, pois você tem que achar a quantidade certa dos monstros certos que você quer na aventura.
Mas com a morte do DDM, surge uma nova linha de produtos: o Dangerous Delves. Miniaturas de plástico como as outras, só que de qualidade maior. Elas virão em dois tipos: uma série de boosters para jogadores com 3 minis de um determinado tema (tipo guerreiros, druidas, etc…), duas minis masculinas e uma feminina, todas elas visíveis. Ou seja, você vai comprar sabendo o que vai receber. Além disso, você ganha 3 cartas de poderes inéditos junto com as minis. Para o mestre, há um conjunto de 5 minis, sendo uma visível e as outras 4 randomizadas. Todas de monstros/inimigos. O tamanho do set vai ser menor também, facilitando achar as peças certas. Com os monstros, virão cartas com as fichas deles para serem usadas no RPG.
Na minha opinião, é uma pena o jogo de minis ter acabado, mas como eu nunca cheguei a jogar de verdade, não fico realmente triste. E adorei o fato que agora você vai ter como escolher facilmente as minis que vai ganhar. E as estatísticas virão em cartas, que são muito mais fáceis de manusear do que ficar virando folhas do Livro dos Monstros. Só acho que todas as minis poderiam ser visíveis, mesmo nos boosters de monstros, ou no mínimo mais do que uma. Uma divisão de 3 visíveis, uma Grande especial, e duas menores que você vai querer em quantidade, tipo goblins e kobolds.
O preço vai ser o mesmo, ou seja, aqui na terra tupiniquim serão 60 pratas cada pacotinho (o que é uma m****, custa 15 verdinhas só). Em dólares, são 5 dólares por PC (Player Character) e 3 dólares por monstro, o que é um preço bem razoável, na minha opinião.
Aqui você encontra o artigo anunciando a morte do DDM e como será daqui pra frente. E aqui o artigo com a discussão que está rolando sobre o assunto, pelo menos uma das discussões. Em inglês.